O Editor

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Quando a verdade se erige, sairá putrefatos de todas as espécies


Quando Brasil elegeu os “mensaleiros”, inclusive o meu voto foi para “mensaleiros” como o Dirceu, Lula e o Mercadante, ninguém os acusou! Deixou a bomba nas mãos de Barbosa, o Joaquim. Será que eles (“mensaleiros”) são "irmãos"?
Problemas de Itapira são problemas de Itapira. Temos de tudo um pouco aqui: A caridade excessiva, carvão em demasia, empregos direcionados aos ladrões e aos sujos. Olha quem for limpo de coração, vive um inferno astral e moral perante os demais.
Munhoz foi o prefeito que mais fez por Itapira. Agora, se há ladrões aqui, é por que há muita prosperidade não repartida com o povo. Porém, o maestro saiu, mas o festival de mentira e de roubo continua e sempre se fez presente aqui.
Quando mataram o delegado por que ele protegia escravos que estavam ameaçados de morte pelos Senhores Fazendeiros, mentiram para o Governador. Mentiram até para o juiz do processo. Ninguém até hoje, ousa em falar nesse assunto.
Quando atearam fogo na igreja do Padre que acabara de perder a batina por força política, e o mesmo fundou a Igreja Católica Brasileira, ninguém ousou em criticar a atitude coronelística, o ato de atear fogo no templo de Deus.
Atualmente, o latifúndio aqui existente foi fruto de mortes, assaltos e destruição dos engenhos de cana das fazendas vizinhas. Itapira foi uma das pioneiras em produzir açúcar branco. Uns dos pioneiros a produzir álcool combustível. Itapira é avante além do Brasil. Foi aqui que surgiu e desencadeou a “Lei Áurea”. Foi aqui que a República ganhou força. E foi aqui que a Revolução de 32 foi decisiva para o Brasil. E foi aqui que a Igreja Católica Romana, viu o seu mais fervoroso padre, fundar a Igreja Católica Brasileira, forçando a abertura protestante no país.
Se o “mensalão” é o maior processo da história, o processo de Joaquim Firmino foi o 2º maior da história, até então, antes do Lula, era o maior processo do Brasil e continua sendo o maior processo do Brasil, se considerar que não houve foro privilegiado aos réus!
Adiante!