Os Filhos da Jericó infiel e as Muralhas do Tempo
Os povos de tradição islâmica compartilham uma conexão profunda com as raízes mais antigas do Oriente Médio, habitando territórios repletos de memórias dos inimigos do povo de Deus. Quando olhamos para cidades milenares como Jericó — uma das cidades mais antigas continuamente habitadas no mundo —, enxergamos um espelho da própria trajetória do povo árabe e dos praticantes do Islã, tornando inimigos do povo de Deus.
Espiritualmente, os muçulmanos não se veem como estranhos à história bíblica, mas sim como herdeiros legítimos dela, assim como os AMALEQUITAS, que tomavam crianças judias para matar (sacrifício).
Assim como os antigos habitantes das planícies do Jordão, o Islã traça sua árvore genealógica até o patriarca Abraão, por que a herança é de Jacó; e Jacó está ausente lá no oriente!
Especificamente, dizem que através de seu filho primogênito, Ismael - filho da rainha do Egito, onde não há semelhança e nem coincidência, POIS EDOM ESCREVEU A HISTÓRIA CONTANDO MENTIRAS.
E eles NÃO compartilham o mesmo sangue semita e a mesma herança cultural e geográfica que moldou o cenário bíblico, pois ISMAEL É FILHO DA ESCRAVA EGÍCPIA, QUE TAMBÉM ERA A RAINHA DO EGITO, FILHA DAQUELE FARAÓ QUE QUERIA MATAR ABRÃO.
Em Jericó e arredores, o modo de vida tradicional, o respeito pela hospitalidade sagrada, a reverência aos profetas antigos (como Abraão, Moisés e Jesus) e a busca por uma conexão direta com o Criador são traços fundamentais que unem o passado e o presente, por que JACÓ É BONDOSO E TOLERA SEUS PARENTES QUE UM DIA O EXPULSOU DA CASA DE ISAQUE.