O Editor

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Estado do segmento social



NA DEMOCRACIA,
TODOS DEVEM FAZER A SUA PARTE.


2.     Introdução:

Bom para todos que a Democracia seja o estado em que se encontra uma sociedade ou segmento social, pela quais todos contribuem para o desenvolvimento e funcionamento das atribuições e incumbências[7] a serem realizadas, para comprimir esforços e realizações, onde todos fazem a sua parte, para em busca da felicidade geral da nação.
Democracia é o sistema pela qual, todos participam, todos têm a sua responsabilidade à medida que lhe foi atribuído, e não podia ser diferente, o homem não vive por si só. Todos devem exercer a Democracia a medida de sua Responsabilidade, para assim, fazer uma sociedade melhor, uma sociedade mais justa na medida em que são exercidos os Direitos e Deveres.
Na Democracia em que vivemos no nosso país, é uma Democracia que caminha para o pleno efetivo da busca e da luta pelo Direito. As Instituições, os Conceitos e os Órgãos Institucionais estão em conflitos, pois ainda a Engrenagem Constitucional não atingiu o seu ideal, para que faça com que as Instituições deste país, Democrático e Pluralista, se caminhem para um rumo em comum, mas até que se arrume, haverá sempre conflitos e controvérsias nas questões de Direitos, pois ao país foi dado uma Constituição Federal, no ano de 1988, mas muito pouco se fez para dar um ambiente favorável para o exercício dos Direitos encartados pela carta mãe, a Carta Magna.
No governo de FHC[8], um governo que muitos criticam, mas o futuro mostrará que, foi o governo que preparou ou pelo menos tentou preparar, um ambiente favorável ao país e a sua CF/88, para que no próximo governo tais costumes se tornaram crimes, não se pode prender alguém por imoralidade, e sim por crime, previsto em lei que o determine. Portanto, foi um governo legalista, do Direito Público Interno.
A lei de Responsabilidade Fiscal veio pairar sobre as ilegalidades cometida contra a res publica, ou seja, a coisa pública, como os velhos costumes voltaram a serem praticados, se esquecendo os infratores que as leis mudam, e mudam na medida em que o tempo permite, e sempre o crime estará à frente da lei, crime como, o Nepotismo[9], Caixa Dois[10], e muitos outros, crimes que antes eram costumes e moda, pelas qual a mancha atingiu uma dimensão tão grande que foi necessário que tais modas fossem coibida na forma da lei, mas quando ela vem, vem para coibir aquilo que chamamos de mancha social[11], e é por isso e muitas outras razões que teremos em atribuir a todos que na Democracia devem fazer a sua parte, todavia, se metade e mais um fizessem a sua parte, o passo está lançado, pois a maioria estará fazendo a sua parte.
 No governo seguinte, de Lula[12], o ambiente tornou se mais favorável ao trabalhador com a Emenda Constitucional de nº. 45, dando fôlego de autonomia e harmonia processual trabalhista, onde todas as partes têm a sua chance de se defender e buscar aquilo que é de Direito. Pois o Trabalho é o fato gerador da sustentação econômica de todo o país, inclusive e principalmente as Receitas Públicas, que são na íntegra dependente do suor individual de cada cidadão para gerir suas despesas, onde temos uma carga tributária, considerada alta, mas ao mesmo tempo nota-se a capacidade do país em ter essa carga tributária, originada do trabalhismo.
A lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial[13] veio a comportar uma maneira melhor de tratarmos à célula social[14], dando direito ao empresário de se recuperar, pois o Estado tem o dever de promover a Ordem Econômica, pois é a célula social que se torna o instrumento que viabiliza o trabalho como fato gerador, a produzir o desenvolvimento de toda a nação, todavia veio a trazer ao direito o instituto da despersonalização da pessoa jurídica em face de liquidez de bens para satisfazer créditos, tais como trabalhistas, fiscais, previdenciário, penal ou outro crédito de ordem privada.
O ambiente que todos precisam, é o ambiente que todos desejam, mas o bem do próximo é o bem de nós mesmo, se cumprirmos com todos os deveres, para com os outros, a eles são garantidos os Direitos, e a satisfação social estará nos conforme da CF/88.
Eis que todos os crimes que tornam conhecimento da polícia, vejam que o Estado fez a sua parte, coibindo a prática criminosa no local em que aconteceu o evento antijurídico, mas existem muitos crimes que o Estado não fica sabendo, é que dentro do crime está se fazendo a parte deles, todavia, quando isso ocorre à mancha social ela contamina até os agentes públicos, com envolvimento de tais agentes ao crime. Como venda de sentença, de alvará, de superfaturamento, e muito mais, pois o foco dessa monografia é explanar que na Democracia brasileira, deverá o Povo[15], o Estado, a Igreja[16], a Indústria[17], as Instituições Democráticas a que façam a sua parte, para que possamos estar em um ambiente constitucionalmente favorável ao bem geral da nação[18], se as garantias da liberdade conseguem conquistar com braço forte, é para que todos façam a sua parte, com a mesma a garantia que é dada pela Independência, na República e na Democracia.
O que buscamos, é a essência de uma Democracia sustentável, desde as suas origens até os seus efeitos, pois a contribuição de todos é o que chamamos para o que entendemos de Democracia sustentável, ou seja, uma Democracia contributiva, na medida em que todos possam dar a sua qualidade individual em prol do todo coletivo.
Já diz o sábio pensamento, que “o homem não vive por si só”, dependemos de nossos semelhantes, para que a razão de ser do homem seja orgulhosamente entendida como direito indisponível.
Que a justiça prevaleça, para que ostentamos orgulhosamente a clava forte[19], sem fugir da luta, pois na Democracia todos devem participar do pluralismo, e que seja superior que entre outras mil, para que a República Federativa do Brasil seja um ambiente Democrático, para o desenvolvimento, os Direitos sociais, a educação, a segurança, a cultura, o esporte, para que não tenhamos uma vã filosofia, e sim uma Claridade no Florão[20] da América.
Eis que princípio da apresentação temática busca a clarear, a inscrição e a discussão de toda esta humilde monografia, a fim de dar de oficio a entrada formal da leitura, e melhor compreensão da idéia empregada para dar razão aos motivos que levaram o acadêmico a escolher o Direito, para fazer a sua parte, não só para com o meio em que vive, mas em todo o meio que estiver.