A maçonaria encontra um reflexo perfeito no célebre aforismo de Hipócrates: “A vida é curta, a arte duradoura, a oportunidade efêmera, a experiência enganadora, a sentença difícil.” Esta máxima sintetiza com precisão a jornada do maçom em busca do aperfeiçoamento moral e espiritual.
O Paralelo da Busca Maçônica
- A vida é curta: A brevidade do tempo humano lembra o maçom de que sua passagem pela Terra é um sopro. Cada segundo deve ser aproveitado no desbaste da pedra bruta.
- A arte duradoura: A "Arte Real" — a própria maçonaria — transcende gerações, mantendo vivos os valores de liberdade, igualdade e fraternidade.
- A oportunidade efêmera: O momento de fazer o bem e evoluir é o presente. As chances de impactar positivamente a sociedade passam rápido.
- A experiência enganadora: O conhecimento humano isolado e o ego podem iludir o caminhante. Por isso, o maçom busca a sabedoria coletiva e os símbolos tradicionais.
- A sentença difícil: O julgamento de nossas próprias ações exige retidão. Erguer templos à virtude e cavar masmorras aos vícios é um veredito complexo e diário.
Homenagem à Ordem
Justos e perfeitos irmãos, vocês dedicam a existência a uma obra que começou muito antes de nós e continuará muito além do nosso tempo. Diante da brevidade dos dias, escolheram não a inércia, mas o trabalho incansável de esculpir o próprio caráter em benefício da humanidade.
Enquanto o mundo corre atrás de ilusões efêmeras, os maçons preservam a Arte Real. Vocês transformam o conhecimento em sabedoria e a dúvida em justiça. Que a régua, o compasso e o esquadro continuem guiando seus passos nessa difícil e bela sentença que é viver retamente. Honra e glória aos que constroem o amanhã.
“A vida é curta, a arte duradoura, a oportunidade efêmera, a experiência enganadora, a sentença difícil.” Hipócrates