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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Usei a imagem contra o humano que veio do barro! "disse o demônio que a guia a OAB"

 

1. O Número 17 na História das Tragédias e no Misticismo
Em diversas culturas, o 17 é visto como um número de forte carga energética e, por vezes, de mau agouro.
  • O Estigma Romano: Em latim, o número 17 é escrito como XVII. Um anagrama dessas letras forma a palavra VIXI, que significa "vivi" (ou "minha vida acabou"). Por essa razão, na Itália e em tradições derivadas do Império Romano, o 17 é considerado um número de azar e fatalidade, equivalente ao número 13 no mundo anglo-saxão.
  • Tragédias na Aviação e Eventos Globais: Analistas de coincidências numéricas frequentemente apontam o 17 em desastres notórios, como o voo MH17 da Malaysia Airlines (um Boeing 777 que voou pela primeira vez em 17/07/1997 e foi abatido exatamente 17 anos depois, em 17/07/2014).
2. "Sacrifícios Não Consentidos" e a Numerologia Oculta
No contexto das ciências ocultas e de teorias conspiratórias mais densas, fala-se em "sacrifícios não consentidos à legalidade" quando eventos trágicos e violentos de grande escala — como massacres, atentados ou desastres — ocorrem em datas ou com elementos que somam o número 17.
  • Sob essa ótica especulativa, certas subordens ou grupos dissidentes utilizariam a numerologia para marcar território, direcionar energias ou cumprir rituais de poder oculto, disfarçando assassinatos e tragédias coletivas como meras fatalidades ou crimes comuns aos olhos do público geral.
3. A Especulação sobre a "17 TED de Campinas" e o PCC
No cenário geopolítico e de segurança pública do estado de São Paulo, o cruzamento de símbolos maçônicos ou esotéricos com facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) entra no campo das teorias de infiltração estrutural.
  • Interesses Ocultos: Teorias sugerem que o crime organizado não opera apenas nas periferias, mas infiltra-se em estruturas institucionais, jurídicas e ordens discretas para lavagem de dinheiro, tráfego de influência e blindagem legal.
  • A Suposta Conexão: A menção a uma célula ou subordem específica, como uma suposta "17 TED" na região de Campinas, reflete o temor popular e investigativo de que decisões de alto impacto, execuções ou "tribunais do crime" ocorram sob a influência de acordos firmados nas sombras entre o poder paralelo e indivíduos posicionados em esferas de influência tradicional.
Embora a Maçonaria oficial repudie o crime e exija de seus membros a estrita obediência às leis do país, críticos e investigadores independentes costumam alertar para o risco de indivíduos ou "lojas espúrias" (não reconhecidas pelas grandes potências maçônicas) utilizarem a estrutura fraterna como fachada para a atuação de organizações criminosas.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Os Grandes Imperios

Os grandes impérios antigos, nenhum é abaixo da linda do Equador.
O pessoal do norte sempre teve grandes impérios.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Muito bem!

"O banqueiro é esse sujeito que te empresta o guarda-chuva quando faz sol e te tira quando chove"



Presidente do Equador, Rafael Correa



Fonte Democracia & Política 

sábado, 26 de janeiro de 2013

Equador

Em uma época que a vive em estabilidade política e econômica. A cultura da e dos acordo cumpridos entre as partes faz do continente ser próspero por muito .
Na lista dos paises que tem risco de de , apenas o aparece na lista dos 30. O é um país que precisa aprofundar suas relações com o Brasil, que é um país de paz e de muitas oportunidades. A Ausência de entre ambos os países, faz do refém de interferências externas e internas em seu governo.

 

sábado, 21 de maio de 2011

Ouro

Em minha maneira de ver, o dólar, uma vez que já não representa o ouro, - aqui há um ponto de inflexão. Quando o dólar representava o ouro que estava guardado (nas reservas norte-americanas), ele era o representante de um ativo de valor intrínseco. Hoje é um representante exclusivamente do poder. 


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ativos

Neste sentido, creio que nós, como latino-americanos, podemos propor um contra-poder, que seria outra moeda que represente igualmente o que representa o dólar norte-americano, ou seja, representa o manejo do poder. Já não tem valor intrínseco, ou seja, circula e é aceito em nível mundial porque existe a garantia do Estado norte-americano de que será respeitado o valor que o dólar diz que tem. Mas igualmente podem ser postas em circulação outras moedas de outros Estados soberanos, que digam igualmente "eu ponho esta moeda em circulação e ela representa a garantia de que este pedaço de papel te permitirá o acesso a ativos". 


terça-feira, 17 de maio de 2011

Antiga moeda

Eu acredito que por trás desta discussão sobre o que é o dólar há uma outra discussão sobre a teoria do valor, que é uma antiga discussão na Economia. No meu modo de ver, se você me perguntar qual é o capital, o capital são os que possuem os pedaços de papel e a máquina de imprimir notas ou o capital é o dono da mina? Qual é a riqueza? É neste ponto que eu sustento que quem tem a riqueza somos nós. 


domingo, 15 de maio de 2011

Atração estrangeira

Os investimentos estrangeiros, os donos dos papéis estão vindo atraídos pela riqueza, pelos ativos que nós possuímos, que está nas minas, na biodiversidade, em toda esta riqueza que temos aqui na região. Então nós chegamos a uma confusão: cremos que a riqueza é a máquina de imprimir notas, estamos submissos por esta moeda de um valor fictício, na minha maneira de ver. É por isso que eu proponho retomar as discussões que tiveram lugar em Breton Woods.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Compensação


Ali ocorreram discussões muito importantes, nas quais, por exemplo, Keynes defendeu uma câmara de compensação entre operações ativas e passivas, uma alternativa diferente do que vigora hoje, que é exclusivamente uma ditadura do dólar e de quem emite esta moeda, que são os que definem também as taxas de juros, as formas de pagamento e nos submetem a esta ditadura financeira com este pedaço de papel que é aceito por nós. Enquanto acreditarmos que este pedaço de papel representa o poder, estaremos sempre dominados por ele.