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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Vai um torresminho?

 

O coronel Ramos, um antigo oficial militar, observava a movimentação do mercado do bairro com um sentimento de profunda tristeza. Formado também em criminologia, ele costumava analisar a sociedade não apenas pelos crimes urbanos, mais óbvios, mas também pelas dinâmicas invisíveis que sufocavam o cidadão comum. Diante da prateleira de alimentos, ele percebeu uma nítida reduflação: as embalagens estavam visivelmente menores, embora os preços continuassem abusivos.
Para ele, a inflação galopante e a consequente desvalorização da moeda nacional, o real, eram os verdadeiros vilões que assaltavam o bolso do trabalhador sem deixar rastros de sangue. Ramos lembrava-se de quando a economia parecia mais estável, mas agora, a cotação do dólar ditava o ritmo da miséria e encarecia desde os combustíveis até o prato de comida.
Ao decidir levar um pedaço de carne de porco para o almoço, assustou-se com o valor total na etiqueta. Sem dinheiro físico nos bolsos, ele puxou o celular e efetuou o pagamento instantaneamente via PIX. Enquanto caminhava de volta para casa, o velho militar refletia sobre o contraste da modernidade tecnológica, que facilitava as transações em segundos, mas não conseguia frear a decadência do poder de compra da população.
O detetive aposentado caminhava pelo centro velho da cidade, observando como o tempo havia transformado o mercado municipal. Ele olhava para os preços nas lousas com uma profunda tristeza, testemunhando a constante desvalorização do Real frente ao dólar. Para ele, a economia atual parecia um caso complexo de criminologia, onde o bolso do cidadão era a principal vítima de um crime invisível.
Parando em uma tradicional mercearia de estilo antigo, ele pediu um corte de porco para o jantar. Ao receber o pacote, percebeu a aplicação prática da reduflação: o preço continuava alto, mas a quantidade de carne na embalagem estava visivelmente menor. A inflação corroía o poder de compra de forma implacável, e nem mesmo a modernidade e a velocidade do PIX conseguiam mitigar o impacto da carestia no dia a dia.
Com a disciplina e a rigidez que carregava de seu passado militar, ele pagou a conta pelo celular, guardou o pequeno embrulho na sacola e seguiu seu caminho, pensando em como o custo de vida havia se tornado o maior desafio de sobrevivência urbana.
 

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Desvalorização do Real

 

O cenário que envolve a criação do Pix e a dinâmica da economia brasileira é complexo e, frequentemente, cercado de teorias e interpretações distorcidas. O Pix não foi criado pelo Exército Brasileiro como uma "arma de guerra" contra uma moeda internacional, nem é um exemplo de reduflação ou uma ferramenta para fugir de taxas em dólar.
Para compreender o papel real do Pix e como funcionam as taxas e a desvalorização da moeda, é necessário separar os fatos econômicos das narrativas populares. Abaixo, desmistificamos os pontos centrais dessa questão.

1. A Verdadeira Origem do Pix
O Pix foi integralmente desenvolvido e lançado pelo Banco Central do Brasil (BCB) em novembro de 2020.
  • O papel do Banco Central: O BCB é uma autarquia federal autônoma e o órgão responsável pela política monetária do país. O Pix nasceu de um projeto de modernização do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) para aumentar a eficiência, a competitividade e a inclusão financeira, substituindo gradualmente métodos mais caros e lentos como TED e DOC.
  • O mito do Exército: O Exército Brasileiro não teve qualquer participação no desenvolvimento, formulação ou implementação do Pix. Ele não é uma tecnologia militar, mas sim uma inovação financeira de infraestrutura civil.
2. O Pix e a "Reduflação": Conceitos Diferentes
Existe uma confusão conceitual ao associar o Pix à reduflação.
  • O que é Reduflação? É um fenômeno de mercado onde as empresas reduzem o tamanho ou o peso de um produto (como uma barra de chocolate que passa de 100g para 80g), mas mantêm o mesmo preço de venda. Isso é feito para disfarçar o impacto da inflação para o consumidor.
  • O Pix e o Valor do Dinheiro: O Pix é apenas um meio de pagamento eletrônico e instantâneo. Ele transfere exatamente o valor nominal programado (R$ 6,00 via Pix continuam sendo R$ 6,00). Portanto, o Pix não diminui o "tamanho" ou o poder de compra intrínseco do produto de forma direta; quem faz isso é a inflação geral da economia.
3. Diferença de Preços: Dinheiro, Pix e Cartão de Crédito
O exemplo da coxinha ilustra a dinâmica das taxas de aceitação de cartões, e não uma relação direta com o dólar:
  • Taxas de Intercâmbio (Maquininhas): Quando você paga R$ 6,00 no cartão de crédito, o comerciante não recebe os R$ 6,00 cheios. Ele precisa pagar uma taxa percentual (além do aluguel da maquininha) para a operadora do cartão e para o banco.
  • Por que o Pix e o Dinheiro são mais baratos? No dinheiro vivo ou no Pix (que é gratuito para pessoas físicas e tem um custo extremamente baixo para empresas), o comerciante recebe o valor de forma quase integral e imediata. Legalmente, desde 2017 (pela Lei nº 13.455), os estabelecimentos possuem permissão para oferecer descontos para pagamentos à vista (dinheiro ou Pix) em relação ao cartão de crédito. Isso serve para repassar a economia das taxas ao cliente, e não tem relação direta com taxas cobradas em dólar em transações domésticas.
4. Causas da Desvalorização do Real
A desvalorização do Real frente a moedas fortes, como o Dólar Americano ou o Euro, é multifatorial. Embora o equilíbrio fiscal (relação entre arrecadação do governo e gastos públicos, incluindo o funcionalismo) seja um fator monitorado de perto pelo mercado financeiro por impactar o risco-país, a flutuação cambial também depende de:
  • Taxas de juros internas (Selic) e externas (como os juros do Fed nos EUA).
  • Cenário geopolítico mundial e fluxo de investimentos globais.
  • Preço das commodities exportadas pelo Brasil (como soja, minério de ferro e petróleo).

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Brasil e o dólar, um retrato de um país pobre!

Os brasileiros procuraram a pobreza, sem observar a ética do trabalho na qual foi suprimida pelo Dólar dos americanos e tentamos até imitá-los com o Real, mas a nova moeda não suportou a inflação que é fruto da desigualdade e a verdadeira libertação dos escravos ainda não ocorreu e em1988 foi feita uma lei que condiciona a todos a serem pobres e serem chamados de cidadãos, com previsão de controle em massa dos povos e a lei áurea de 1888 foi apenas o começo da destruição desse vasto país.
No dia da Libertação dos Escravos em 2020, comemoramos a desgraça social!
O melhor povo tem o melhor dinheiro e pior povo tem o pior dinheiro; os ricos do Brasil na época do Boom econômico gastaram seus ganhos em viagens ao exterior, compra de produtos estrangeiros e muitas festas.
O pobre do Brasil comprou muita cerveja e carne e agora?
A Venezuela é o retrato do futuro dessa nação que se acomodou em ganhar dinheiro pelo dinheiro sem saber a sua origem.
Um povo que tem leis que proíbe a criança de aprender com o trabalho e define educação com o ócio. 
Um povo que no século XX destruiu suas raízes familiares; que tem leis que incentivam a natividade aos 40 anos de um pai.
Se um homem vivem 100 anos, e tiver filho aos 20, tiver netos aos 40, tiver bisnetos aos 60, tiver tataranetos aos 80, vejam que poderosa família.
Mas as leis destrutivas do Brasil faz do homem viver 65 anos em média e se tiver um filho aos 40, seu filho aos 25 será órfão!
Mas pela ideia da Comunista Constituição de 1988, o pai é o Estado e seus filhos eternos escravos.















SALÁRIO
ANO SALÁRIO DÓLAR DATA EM DÓLAR
2020 1045 5,82 12/05/2020 179,5533
2010 510 1,66 30/12/2010 307,2289
2000 151 1,7932 01/02/2000 84,207
1994 70 0,935 04/07/1994 74,86631
1984 97.176,00 1453 26/04/1984 66,87956
1974 415,2 6,5555 29/04/1974 63,33613

sábado, 29 de junho de 2013

Mapa


André Esteves, investidor está na lista dos bilionários da revista "Forbes"


“Há pressão inflacionária no Brasil, mas a inflação não é igual à inflação de 20 anos atrás”

 

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Jovem







Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.


domingo, 5 de junho de 2011

Dentro de nós

"Dentro de nós está o poder do consentimento para a saúde e a doença, a riqueza e a pobreza, a liberdade e a escravidão; somos nós que controlamos isso e não os outros. O pensamento positivo pode vir naturalmente para alguns, mas também pode ser aprendido e cultivado, mude seus pensamentos e você mudará seu mundo."