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terça-feira, 25 de agosto de 2026

O Contexto de Edom e Jacó

A interpretação que identifica a nação contemporânea de Israel como a "Grande Prostituta" descrita no livro do Apocalipse baseia-se em uma leitura teológica e profética alternativa, frequentemente fundamentada em teorias de substituição de linhagem e no cumprimento das profecias bíblicas sobre o julgamento das nações.
O Contexto de Edom e Jacó
Segundo essa linha de pensamento, os atuais habitantes ou governantes da região não seriam os descendentes legítimos da linhagem de Jacó (as doito ou doze tribos originais), mas sim descendentes de Esaú (Edom). Na narrativa bíblica do Gênesis, Esaú vendeu seu direito de primogenitura a Jacó. A tese argumenta que, ao se passarem por Jacó, esses grupos teriam assumido falsamente os direitos da herança espiritual e territorial prometida por Deus.
Dessa forma, o usufruto da terra e os privilégios associados seriam vistos como uma usurpação. O julgamento severo contra Edom — profetizado em livros como Obadias e Isaías — é projetado sobre essa estrutura geopolítica moderna.
A Conexão com o Apocalipse e o Deserto
O texto bíblico citado (Apocalipse 17:3-5) descreve uma mulher montada em uma besta vermelha de sete cabeças e dez chifres no deserto. Na análise que associa essa imagem ao atual estado geopolítico, o "deserto" representa a própria localização geográfica e o cenário de conflito do Oriente Médio.
A autoridade desfilada e exercida no deserto é interpretada não como uma bênção divina, mas como um poder temporário outorgado por alianças humanas e geopolíticas, simbolizadas pela "Besta". Essas alianças representariam os grandes impérios mundiais e sistemas econômicos que sustentam a soberania da região.
O Significado dos Símbolos
  • As Roupas e Enfeites: O vermelho, o roxo, o ouro e as pérolas são lidos como símbolos de extrema riqueza, opulência e influência sobre o comércio e a finança global.
  • A Taça de Ouro: Representa a difusão de ideologias, alianças corrompidas e ações que contaminam as relações entre as nações, gerando o que o texto chama de "impurezas da sua infidelidade".
  • O Nome Secreto: A inscrição na testa ("A grande Babilônia, mãe das prostitutas") é vista como a revelação de um sistema que se disfarça de santidade ou de povo escolhido, mas que, na realidade, operaria sob a mesma lógica de rebelião contra Deus que caracterizou a Babilônia histórica.
Essa abordagem teológica conclui que o cenário atual reflete uma inversão profética, onde o julgamento final revelará as identidades espirituais ocultas e desfará os poderes concedidos pelas estruturas políticas da Terra.
 
 
 https://www.biblegateway.com/passage/?search=Apocalipse%2017&version=VFL
 3 - Então, o Espírito tomou conta de mim e o anjo me levou para o deserto, onde vi uma mulher sentada num monstro vermelho. O monstro estava cheio de nomes que eram ofensivos a Deus e tinha sete cabeças e dez chifres. 4 A mulher estava vestida com roupas vermelhas e roxas e enfeitada com ouro, joias e pérolas. Na mão ela tinha uma taça de ouro cheia das abomináveis impurezas da sua infidelidade. 5 Na sua testa estava escrito um nome que tem um significado secreto:

A grande Babilônia,

A mãe das prostitutas

E de todas as abominações da terra.

 

Jacó e Esaú (Edom)

A Dinâmica Histórica e Espiritual: Jacó e Esaú (Edom)
No livro de Gênesis, Esaú (que gerou a nação de Edom) vendeu seu direito de primogenitura a seu irmão gêmeo, Jacó (que se tornou Israel). Esaú desprezou a herança espiritual e as promessas abraâmicas em troca de um prato de lentilhas. Jacó, por sua vez, recebeu a bênção e a promessa da linhagem messiânica.
A ideia de que Edom se passa por Jacó descreve um cenário de inversão e falsificação espiritual:
  • A Usurpação: Representa aqueles que tentam reivindicar as promessas, o status e os privilégios de Israel (Jacó) sem possuir a fé, a obediência ou a linhagem espiritual legítima.
  • A Herança Indevida: Simboliza viver dos frutos e do nome de um povo escolhido, enquanto o coração permanece alinhado com os valores de Edom (orgulho, carne e rebeldia contra o propósito divino).
O Alinhamento com as Cartas do Apocalipse
Os versículos citados de Apocalipse (2:9 e 3:9) trazem advertências severas a igrejas da Ásia Menor sobre grupos específicos: "os que se dizem judeus, e não são, mas mentem" e são chamados de "sinagoga de Satanás".
Na ótica dessa interpretação, esses trechos do Novo Testamento validam a denúncia contra a falsidade religiosa:
  • Falsa Identidade: Assim como Edom tentaria se fantasiar de Jacó para colher os benefícios da aliança, esses grupos reivindicavam a identidade de "povo de Deus" (judeus, no contexto bíblico de eleição), mas suas obras e frutos revelavam o oposto.
  • O Julgamento da Mentira: Apocalipse aponta que essa usurpação de identidade não subsistirá. A promessa divina garante que a verdade prevalecerá, e aqueles que operam na falsidade reconhecerão o amor de Deus para com os verdadeiros escolhidos.
A Resistência e a Paciência dos Santos
Em contraste com a falsificação e a usurpação da herança, surge o chamado de Apocalipse 14:12: "Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus."
Este fechamento estabelece a linha divisória clara entre a falsa herança e a verdadeira:
  • Identidade pelos Frutos: Enquanto Edom opera na mentira e na usurpação de nome, os verdadeiros herdeiros de Jacó (espiritualmente falando) são identificados pela perseverança, pela guarda dos mandamentos e pela fidelidade a Jesus.
  • Proteção da Herança: A herança legítima não pode ser roubada permanentemente por aparências. Ela pertence àqueles que vivem a realidade da fé, resistindo às tribulações e mantendo-se firmes contra as ilusões da falsidade religiosa.

 

 

 

 

Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Apocalipse 14:12
 
⁹ Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: Eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo. Apocalipse 3:9  

⁹ Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás. Apocalipse 2:9 | ACF

https://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/2/9+
https://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/3/9+ 

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Quem é Judeu

Davi não era judeu e sim, um belemita de Efraim.

Saul era Benjamita e não judeu.

A pergunta é?

Os judeus de ontem são os mesmos de hoje?

São os judeus de hoje, benjamitas?

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Shalom de Jerusalém,
 
Se você perguntar para alguém quem é a pessoa mais importante da Bíblia, é possível que diga: Abraão, Moisés, David ou Jesus. Mas entre os diversos personagens bíblicos que marcaram a identidade dos leitores contemporâneos da Bíblia, nenhum supera o quarto filho de Jacó: Judá. Os descendentes de Judá superaram todos os seus familiares e até deram quarto filho de Jacó: Judáo nome à religião judaica. Você sabe qual é o significado deste nome?

 

Sinceramente,

Jonathan Lipnick,
Diretor do Depto. de Estudos da Terra Santa do Instituto de Hebraico Rosen

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

A Restauração da Casa de Deus no Brasil

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As igrejas se diluíram; se misturaram!
Segundo eles, "Minha crença, minhas regras!" premissa que foi adotado pelos novos crentes no Brasil. Os famosos Neo Pentecostais.
Só que não; não só isso, mas com afastamento completo do criador.
Uns até dizem que o Velho testamento foi abolido, claro, até alguém matar a mãe de quem diz.
Os textos sagrados da Igreja deve ter consonância com o ambiente social que na qual somos oprimidos, claro, o livro do êxodo não deve sair da leitura inicial da palavra, e na pregação final, o texto pregado deve ter consonância com a libertação de um povo cativo em terras estranhas.
As letras musicais devem ser selecionadas por um congresso de anciões de toda a Assembleia, avaliada toda a letra e sua conjuntura; as mesmas devem ser votada ao plenário da Igreja, e após, levar essas músicas a um estudo das notas para que corais possam cantar, de forma que em todo o Brasil possa se congregar o mesmo evangelho.
Os crentes do Rio de Janeiro é diferente dos do Paraná; Gaúchos são minoria entre os crentes; Os crentes do Rio de janeiro e da Bahia tem uma mistura com o Islamismo, enquanto que na Santa Catarina, os crentes tem mais afinidade com os Protestantes Alemão.
Os crentes do Pernambuco tem uma afinidade enorme com os crentes de Nova Iorque (holandeses); Os crentes de Minas Gerais teve um grande contato com os Franceses e Espanhóis, logo se vê o Triângulo em sua bandeira.
Os crentes do Pará tem mais dos crentes americanos do que os Crentes Paulistas, nas quais os Paulistas que tem mais afinidade com o Catolicismo de Transição (Aparecida, Canção Nova, Padre Marcelo). É em São Paulo que abriga a grande Congregação Espírita, aqueles que combate os evangélicos a serem eternamente oprimidos nesse país. É em São Paulo que abriga a maior comunidade benjamita no Brasil e esses estão lá na Venezuela também.
Os Benjamitas que estão no Brasil, querem fazer dos Efraimitas escravos, por não conseguir dizer o Português corretamente.
E os Efraimitas servem aos Lobos, com esperança desses se tornarem mais generosos com a Lei, com a vida e com a criação que Deus deixou.