O Editor

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Assista!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Huuaam

A Crise européia tem um culpado! 
Os seus governos que financiaram por décadas os subsídios agrícolas, impedindo um melhor mercado mundial de alimentos; também impedindo a circulação das riquezas, que hoje poderia ser a salvação rápida da frágil Europa, onde não há mão-de-obra barata, a não ser dos imigrantes ilegais; E que estes, estão na europa diante da própria crise européia, onde a guerra contra o Egito e a Líbía, foram claras evidencias que foi uma forçosa imigração de mão-de-obra barata, para suprir as necessidades do capitalismo europeu.



domingo, 11 de setembro de 2011

10 anos de Despolarização



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Em nome da indústria, houve a maior produção de armas nos últimos tempos!
O 11 de Setembro, não se sabe, na verdade o que realmente aconteceu. As coincidências vão mostrando que houve omissão de informações verídicas por parte do poder americano.
Depois do 11 de setembro, a economia americana ruiu. Grande parte de seus Injetores Econômicos, em suas maioria das vezes, eram seduzidos pela capacidade americana de se proteger.
Nesse mesmo raciocínio, por outro lado, foi mostrado aos próprios americanos, que nem tudo é seguro.
Mas não devemos tapar os olhos, 11 de setembro foi o maior golpe elitista da história mundial. Ao mesmo tempo que os mais ricos circulam pelas Américas, a imigração mulçulmana e latina será inevitável, para trabalhar nos cantinhos da América.


Não havia outra maneira de seduzir os mulçumanos a se instalarem nas Américas, se não criar um ídolo, Osama. Mas pelo que parece, o plano não deu certo. O EUA, é hoje o maior devedor no cenário mundial. Ele é a linha de frente dos interesses elitistas espalhados pelo planeta.


A História recente tem dois protagonistas, Busch e Osama. Este último prestou serviços ao mundo, introduzindo a mensagem que a América precisa dos irmãos mulculmanos. Uma mensagem, que o próprio poder americano proclamou o desejo de integrar todos os povos e raças, em uma só America, em uma só nação.


O elitismo cultural obrigou sacrifícios pelos elitistas da economia privada, em especial a do petróleo. Depois do 11 de setembro, surgiu efetivamente o Etanol. 1 mês depois, começaram o jornada das estrelas, em solo afegão. Tentando também justificar a invasão no Iraque. Na tentativa de criar um estopim na América do Sul, com movimentos bolivarianos, Chavez e Morales, que também não deram certo.

A crise americana, começara no começo dos anos 90. O Brasil, foi o maior fornecedor amigo de matéria-prima a indústria americana. Foi realizada até uma Copa do Mundo no país que não tem tradição no futebol. O Império colonialista americano está sendo diluído pelo próprio capital especulador, igualmente no século XIV, quando houve a migração do capital judeu da peníssula ibérica para a Grã-bretanha, obrigando espanhóis e portugueses a expadirem seus comércios e descobertas.


A América, terá que repensar o seu modo de vida. O seu jeito de viver perante os outros povos. O consumismo desenfreado e a escassez de mão-de-obra barata americana, são sinais de que especular não é o melhor jeito de viver. Produzir para destruir, foram as marcas americanas, durante as últimas décadas.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Imigração

"Eu estou preparado para trabalhar com republicanos e democratas para proteger nossas fronteiras, garantir o cumprimento de nossas leis e abordar o problema dos milhões de trabalhadores sem documentos que neste momento vivem nas sombras"


segunda-feira, 30 de maio de 2011

Os Scáglias - A história

Meu Bisavô por parte de avó, chamava-se José Telésfero Scáglia. Era casado com Ida Scáglia.
A família Sacáglia teve dois períodos familiar.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Família - Fotos

Francisco Porcelli

José Porcelli

José Porcelli e Lázara Scáglia Porcelli

Lázara, quarta da esquerda para direita

Ângela Porcelli (tia Lila) e Antonio Conduz, Isete e Creu
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A família Porcelli

A Família de José Porcelo e Lázara Scáglia Porcelo


No começo do século XX, as famílias italianas buscavam um lugar ao sol, no novo mundo chamado Brasil, e o destinos das famílias eram guiados pelo tipo de cultura de cada região.
Os Porcelo, Francisco, toninho, cidinho, Ida, Lázara e
 José Porcelo (da esq. p. dir.)
Itapira acolheu a família Porcelli, ou Porcelo, ou Porcele, enfim, chegando aqui, foram morar nas redondezas da zona rural, em especial, Itapirinha. Quando Francisco Porcelli, chegou, o “Nono” as pressas da guerra, com uma filha e chamava-se Carolina.
Francisco Porcelli, o nono, casou-se por mais duas vezes. Com Ângela Vânia Porcelli na qual teve os filhos  Laudério, Trinidade, Antonio, Paco, Gigio, Maria (migrou para São José do  Rio Preto) e Assunpta.

Francisco Porcelli, o nono
No segundo casamento, com Rosa Castelhani, a “Nona”, teve mais dois filhos, José e Ângela (Lila). Rosa Castelhani, era viúva também, e tinha dois filhos Pedro e Euclides.
José foi rural pela vida toda, era o filho caçula da Família Porcelli, cuidou de seus pais até a sua morte ( † 1946 ou 1947).
José Porcelo casou-se com Lázara Scáglia Porcelo. Nos anos 50 foram morar com sua família no Paraná, na Zona Rural de Londrina/PR, devido às promessas de boas colheitas e prosperidade, levara ao êxito. Nos anos 60, voltara com toda família, devido as grandes dificuldades encontradas naquela terra distante, dos amigos e de toda a família.
Em meados de julho de 1960, chegava a Itapira, novamente acolhendo parte da família Porcelli, “os Porcelos”, que foram morar no Jango. Depois moraram na Itapirinha, no Urbaninho, na Fazenda Carlotinha, como meu avo dizia, “calotinha”, depois foram morar nos sítio: Bom Retiro, depois no sítio do Anízio, depois nas terras arrendadas ao japonês, Nakatsubo.
Devido a grande colheita de café colhida nos últimos anos, a família com grande escala de mão de obra, juntara uma grande quantia de dinheiro, que foi possível a compra da casa, na Avenida Comendador Virgolino de Oliveira, 617, na Vila Isaura, Itapira/SP.
Foi no ano de 1976, o ano do êxito rural de toda a família.

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