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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Na prática

 

Entre a Geografia e o Poder: O Cenário Político Idealizado vs. Real
Se a política seguisse uma lógica puramente territorial, o mapa do poder seria desenhado por linhas geográficas claras. Em um cenário idealizado de representação, a Esquerda deveria representar o interior, dando voz às demandas das regiões agrícolas, dos trabalhadores rurais e das áreas mais afastadas dos grandes centros. A Direita deveria representar o litoral, conectada ao comércio, ao fluxo de mercadorias, aos portos e à economia aberta das zonas costeiras. Já o Centro deveria representar a capital, atuando como o núcleo administrativo neutro, focado na burocracia e no equilíbrio das forças da nação.
No entanto, a prática política real funciona sob regras muito diferentes da geografia. Quando as cortinas se abrem, o pragmatismo e a ideologia transformam esse desenho idealizado em dinâmicas de poder bem mais complexas:
  • A Esquerda na prática: Longe de se limitar ao interior, a sua atuação central foca em defender o crescimento do Estado. A premissa prática é de que um Estado forte, robusto e altamente intervencionista é o único instrumento capaz de garantir a justiça social, gerenciar os serviços essenciais e distribuir a renda nacional.
  • A Direita na prática: Mais do que a simples representação do litoral econômico, a sua força motriz na realidade costuma se concentrar na defesa dos bons costumes. A pauta prática da direita frequentemente gira em torno da preservação dos valores tradicionais, da família, da ordem pública e da manutenção de estruturas morais consolidadas.
  • O Centro na prática: Em vez de ser a mente técnica e imparcial da capital, o centro político atua, no dia a dia, como o defensor do governo de plantão. Com um pragmatismo fisiológico, o Centro se alia a quem quer que esteja no poder, garantindo governabilidade em troca de espaço na máquina pública, independentemente de quem ocupe a cadeira presidencial.
A distância entre o que essas forças deveriam representar geograficamente e o que elas efetivamente fazem na prática demonstra que, na política, o território real é o da disputa por influência, orçamento e valores.

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

A Atuação Política (Na Prática)

O espectro político brasileiro é frequentemente analisado sob duas óticas: uma divisão geográfica idealizada (ou metafórica) e a atuação ideológica e pragmática observada no dia a dia.
Abaixo, apresentamos uma análise estruturada dessas duas visões para cada uma das principais forças políticas:
🗺️ A Divisão Geográfica (Idealizada)
Em uma metáfora de representação regional e territorial, as forças políticas poderiam se organizar da seguinte forma:
  • Esquerda (O Interior): Deveria representar o interior, conectando-se diretamente com as demandas das regiões agrícolas familiares, as lutas camponesas e as populações distantes dos grandes centros urbanos, que dependem fortemente de políticas públicas básicas.
  • Direita (O Litoral): Deveria representar o litoral, refletindo a dinâmica das zonas portuárias, o comércio exterior, o turismo e o desenvolvimento imobiliário e empresarial de cidades litorâneas historicamente voltadas para a iniciativa privada.
  • Centro (A Capital): Deveria representar a capital, atuando como a força de equilíbrio institucional que centraliza as negociações do país e busca a estabilidade administrativa a partir do núcleo do poder.

💼 A Atuação Política (Na Prática)
Na realidade do cenário político, as prioridades e comportamentos dessas forças se desenham por meio de pautas econômicas, sociais e fisiológicas:
  • Esquerda (Crescimento do Estado): Na prática, foca na expansão do papel do Estado na economia e na sociedade. Defende maior intervenção estatal, criação de empresas públicas, fortalecimento de serviços como saúde e educação universais e o uso de tributos para a redistribuição de renda e programas sociais.
  • Direita (Defesa dos Bons Costumes): Na prática, mobiliza-se fortemente em torno do conservadorismo social e dos valores tradicionais. Prioriza a defesa da família tradicional, da religião, da segurança pública mais rigorosa e, no campo econômico, costuma se associar ao livre mercado e à redução de impostos.
  • Centro (Apoio ao Governo de Plantão): Na prática, atua com base no pragmatismo e no fisiologismo. Conhecido por sua alta adaptabilidade, o Centro (frequentemente associado ao "Centrão") tende a apoiar o poder Executivo vigente — independentemente de o presidente ser de esquerda ou de direita — em troca de cargos, emendas parlamentares e participação na gestão pública para garantir a governabilidade

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Força da natureza


"A consciência no homem não é um fenômeno transcendental, fora das leis naturais. A consciência é um fato natural, um modo da substância universal."

sábado, 14 de junho de 2025

domingo, 2 de fevereiro de 2025

Liberdade

"O culto da liberdade e do direito, missão, a que se consagram as Faculdades jurídicas, é bem de ver que tem esfera de ação mais lata do que um grupo de indivíduos, um Estado, ou, ainda, certo número deles. Esse culto remonta do indivíduo até a coletividade, para desta ascender a associações de mais em mais vastas, porque a sua finalidade é congregar todos os indivíduos e todos os povos na mesma comunhão jurídica."


in "História da Faculdade de Direito do Recife"
(v.II - p. 257 e 258

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Se adélio não existisse?

A causa dos Cristão é a motivação de tanto ódio!

Eu não tenho estimação por nenhum ser humano por ser isso ou aquilo; mas é vero que Bolsonaro é o estereótipo que mais afronta a pauta da esquerda.

A esquerda diz que a mulher não precisa nascer mulher; e que o homem pode decidir no futuro ou em sua tenra infância decidir se é menina ou menino, na dúvida, "menine" (menineee).

Quanto a linguagem neutra é de se notar que seria muito parecido com a língua francesa.

Se adélio não existisse? Hoje Bolsonaro teria um vigor de menino, que poderia por mais uns trinta anos ter esse vigor que foi combatido por adélio em 2018.

A Justiça é cega; os que estão por trás de Adélio, controla a Justiça, o Comércio ilegal de drogas e a Cultura nacional. 


O Editor


segunda-feira, 12 de abril de 2021

Moro, o Juiz


Moro foi herói do Brasil, na era da "Lava Jato". Mas as comendas e prêmios dados a ele; convites para ir a festas com Monarcas, em ricos hotéis, fez do Moro cair em soberba.
E quando se tornou Ministro da Justiça, a vaidade foi tanta que achou que era mais importante que o Presidente da República.
Moro caiu em desgraça com a verdade, onde como 1ª Instância agiu como herói e como Ministro, no dia da saída, disse que a Polícia Federal na era PT tinha uma relação republicana e que no governo em que ele fazia parte, não.
Nem todas as condenações do Lula foram de Moro; houve mais juízes condenando o Ex-presidente. 
A Primeira instância segue a lei; a segunda instância, segue a Justiça; a terceira segue a análise da Injustiça não analisada pela 2ª Instância e a quarta, revê as garantias não observadas nos autos nas instâncias inferiores.
Um cidadão comum acredita que o Lula é um injustiçado; mas, vamos pensar: até o Moro acredita nisso, "após" ser enxotado de Brasília.
O Lula viveu no momento da nação, uma época de olho por olho e dente por dente; os Desembargadores poderiam modificar a sentença, pois para se parecer bonzinho perante as redes sociais, os desembargadores se esconderam.
Com o retorno da prisão em 4ª Instância, o que é constitucional entendimento, Lula teria a chance de um julgamento justo.
Ocorre que na Política, uma decisão injusta não há como ser reparada.
O tempo perdido de 2016 até agora, ninguém recupera; mas recuperando, ainda que tarde, poderá o injustiçado ainda dignificar o seu nome.
Em 2016, o STF no habeas corpus nº 126.292, legitimou a prisão em 2ª Instância e o Lula foi vítima do STF e não do Moro.
O STF ainda tinha o poder de não comparar o Lula com o paciente do HC 126.292, já que se tratava, no mínimo, de um ex-presidente, aclamado pela empolgante trajetória de 2002 a 2010 a ser comparado com um criminoso comum.
Como Dilma havia se queimado por inteiro com o STF e com toda a sociedade, o peso recaiu no Lula.
Aquela história de nomear o Lula para Ministro da Casa Civil foi algo armado para o Lula entrar pelo cano.
Na minha singela opinião, Dilma botou Lula na cadeia sob o olhar omisso e sombrio do STF.
E o Moro, se já sabe: foi o palhaço da corte mais bem remunerado!

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Eugenia Constitucional

​

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL (DE 16 DE JULHO DE 1934)

(Vide Decreto Legislativo nº 6, de 1935)

Nós, os representantes do povo brasileiro, pondo a nossa confiança em Deus, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para organizar um regime democrático, que assegure à Nação a unidade, a liberdade, a justiça e o bem-estar social e econômico, decretamos e promulgamos a seguinte

CONSTITUIÇÃO DA REPúBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL

TíTULO IV 

Da Ordem Econômica e Social  

Art 138 - Incumbe à União, aos Estados e aos Municípios, nos termos das leis respectivas: 
b) estimular a educação eugênica; 

 

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Zona Total

https://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/brasil-tem-mais-faculdades-de-direito-que-china-eua-e-europa-juntos-saiba-como-se-destacar-no-mercado.ghtml




Veja essa matéria: é uma prova que o país é o mais desigual do mundo. Uma nova casta de advogados pobres está sendo criado no sistema de justiça; alguns se sobressaem roubando e se envolvendo com política, clubes, entidades assistenciais, Prefeitura e licitações, enfim, esse país é uma Zona.
A OAB é um clube de vaidosos; de luta de gênero; é do gordo lutando contra o preto; é o bicha lutando contra o homem; é o animal lutando contra a mulher.
A OAB é uma confusão retrato do Brasil Zona.


sábado, 8 de junho de 2019

Financiamento

O sr. vê, então, duas distorções: o financiamento privado de campanha e o controle sobre a máquina do partido?
Exato. Quando o Supremo decidiu pela fidelidade partidária, em 2007, na verdade reforçou um modelo partidário que não foi alterado. Ao dizer que o parlamentar que muda de partido perde o mandato, está-se dando mais poderes às cúpulas para definirem quem tem ou não direito a um mandato político. Há um incentivo desse controle de poder por uma minoria. É necessária uma mudança de modelo. É algo complexo, porque é uma mudança a ser feita pelos beneficiários da própria legislação atual. Mas acredito que isso ocorrerá mais cedo ou mais tarde. Porque, caso contrário, se as pessoas não se sentirem representadas, elas irão às ruas, como ficou demonstrado em junho do ano passado. O voto em lista fechada, por exemplo, é algo que o brasileiro não aceitaria.


Entrevista - "Setor privado capturou a democracia" de Dias Toffoli, por Edla Lula, Octávio Costa e Sonia Filgueiras   (redacao@brasileconomico.com.br) - 24/03/14 09:20

sexta-feira, 22 de março de 2019

O Maldito quer saber quem o chamou de Maldito!

Os Políticos quando são atacados por mensagens não identificadas, quando é verdade, arrumam um jeito de descobrir quem foi!
Dessa vez, foi com a invenção de terrorismo em ambiente escolar! 
Com isso, a Polícia do Estado tem obrigação de prover recursos para investigação!
Aí, eles aproveitam para investigar aquela "Fake News" que não tem nada de Fake e sim, de uma crítica sem identificação!
Em Itapira, Maduro se sentiria pequeno!



https://www.itapiranews.com.br/policia-civil-vai-investigar-origem-de-ameacas-a-escolas-de-itapira/

domingo, 6 de janeiro de 2019

domingo, 1 de abril de 2018

Desprezo

Não se deverá evidentemente desprezar os métodos mais variados de interpretação, no sentido de bem compreender a norma e dar-lhe a devida aplicação; o que se impõe na boa técnica moderna é apenas a preocupação de se ter em vista, em benefício da boa interpretação, aquilo que já se chamou de "realismo jurídico", processo de vida e progresso do direito.

terça-feira, 20 de março de 2018

Matar um parlamentar é igual a matar os seus eleitores!

Tristeza na dor e na morte, mas a verdade não morre!
A dor de um povo esmagado pelo mal do vale da sombra da morte; a escuridão que a sombra negra trás no Rio de Janeiro são sinais de fim de ciclo social daquela Metrópole.
A Copa do Mundo elevou o nível corrente de tudo; dinheiro, poder, posses e prestígio. Quando o nível abaixou nos aspectos financeiros e sociais da sociedade carioca, o caos imperou e reina.
Um reino que por muito tempo pretende ficar na governança no Imoral Estado Católico do Rio de Janeiro; a custo da dor e da morte!
A morte de um parlamentar é multiplicado pelo seus representados. Infelizmente, o Brasil do século XXI está mais animalesco que o Brasil de séculos anteriores.
É como a enchente que ao ir embora, deixa as marcas das águas e no caso Rio de Janeiro, as marcas da iniquidade pública, generalizada, das favelas até a mais alta elite social Fluminense.
Ser ou não ser nesse lugar, é questão de colocação! Um acha que a polícia não vale o que ganha; a polícia e sua família, acha que não ganha pelo risco que passa.
Mas que interesse há nesse povo em continuar nesses Caos?
O que há de tão bom nessa Baixada Fluminense e nos Morros e Favelas do Rio de Janeiro?
E digo mais, que a morte da Vereadora, não tenham dúvidas que umas 100 pessoas sabem ou viram a ação e o planejamento da Execução Sumária da Parlamentar que não se sabe ao certo o que ocorreu; o que levou a ocorrência e o que poderia ser evitado para que o pior acontecesse como aconteceu.
Depois de acontecido fica a pergunta: Qual a lição que o carioca tomou disso? Ele gostou? É mais um crime no morro e adjacências? O que esperar do Estado Federal em relação ao Imoral Estado Católico do Rio de Janeiro?

quinta-feira, 8 de março de 2018

Bolsonaro é o representante do vácuo de Cunha

Cunha, o Forte que virou Fralda Suja deixou o vácuo na política e Bolsonaro que nada de bobo de tem, assumiu esse lugar.

quarta-feira, 7 de março de 2018

A DIFERENÇA ENTRE TER MUITO DINHEIRO E SER RICO


A DIFERENÇA ENTRE TER MUITO DINHEIRO E SER RICO .
Os esbanjadores optam pelo efêmero, os ricos pelo perene

Vivemos em tempos modernos, mas não diferentes do passado, podem ter certeza que os problemas são os mesmos, as doenças são as mesmas as ganâncias são as mesmas e o homem é o mesmo, só mudou a roupagem. Ah é bom lembrar que em matéria de moda e gastronomia não se inventa praticamente nada, ou seja, no decorrer dos anos repetem-se tudo, não é mesmo?
Mas vamos para o assunto em pauta, o bem-aventurado:
1. Gasta menos do que ganha
2. É disciplinado
3. Gosta do que faz
4. Tem hábitos saudáveis
5. Sente-se realizado

A quem interessa o Federalismo?

O Federalismo é interessante para o Oligarca e por coincidência os Estados menores, seus oligarcas são mais aparentes e atuantes em prol da Oligarquia própria. A falta de controle surge quando menciona o conceito de direções como esquerda e direita. E o Estado onde fica nessa história? O Estado Comunista do Brasil comunga interesses com a Oligarquia e com o Imoral Estado Católico do Brasil. Em toque de mágica, surge a Comunista Constituição "Cidadã" e a propriedade privada é ameaçada com a interpretação sem freios e contrapesos de um povo que não sabe falar o português corretamente e o que se escuta de um bem educado pode ser interpretado com más intenções pelo mal educado.
Não falar corretamente e amar a língua Maior é o começo da rachadura da unidade nacional. O Sistema de codificação de línguas dos Jesuítas é o que mais se aproximou da unidade nacional.
Viva o Estados do Unidos do Brasil!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Violência de Gênero Existe?

Violência de Gênero Existe? Não é o contrário?
A Bolinação foi conduta dos pervertidos que destruíram a estima dos jovens inocentes!  
O Bolinador é o quê?
Membro do Gênero Ideológico?
Ou estuprador?