Olavo Bilac
"O presente não existe. A vida é o passado e o futuro; vivemos de lembranças e de ambições, entre a saudade e a esperança."
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sexta-feira, 13 de março de 2015
Pernas de presente
sábado, 17 de janeiro de 2015
domingo, 22 de junho de 2014
sábado, 21 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
Nossas e vossas!
"Nossas loucuras são as mais sensatas emoções. Tudo o que fazemos deixamos de lembranças para os que sonham um dia ser como nós: loucos, mas felizes"
Anônimo
Anônimo
| Fonte IG |
| Fonte Ig e Jornal Gospel News |
| Fonte Ig e Envolverde |
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Jurista
A morte do jurista
"A vereança de Itaguaí, entre outros pecados de que é arguida pelos cronistas, tinha o de não fazer caso dos dementes. Assim é que cada louco furioso era trancado em uma alcova, na própria casa, e, não curado, mas descurado, até que a morte o vinha defraudar do benefício da vida; os mansos andavam à solta pela rua. Simão Bacamarte entendeu desde logo reformar tão ruim costume; pediu licença à Câmara para agasalhar e tratar no edifício que iria construir todos os loucos de Itaguaí, e das demais vilas e cidades, mediante um estipêndio, que a Câmara lhe daria quando a família do enfermo o não pudesse fazer. A proposta excitou a curiosidade de toda a vila, e encontrou grande resistência, tão certo é que dificilmente se desarraigam hábitos absurdos, ou ainda maus. A ideia de meter os loucos na mesma casa, vivendo em comum, pareceu em si mesma sintoma de demência e não faltou quem o insinuasse à própria mulher do médico.
sábado, 11 de agosto de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
domingo, 6 de novembro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
sábado, 25 de dezembro de 2010
MINHA ÁRVORE DE NATAL
Quisera, Senhor, neste Natal,
armar uma árvore dentro do meu coração
e nela pendurar em vez de presentes,
os nomes dos meus amigos!
Os amigos de longe e os de perto,
os antigos e os recentes,
os que vejo cada dia,
os que raramente encontro.
Os sempre lembrados,
os que, às vezes, ficam esquecidos,
os constantes e os inconstantes
os das horas difíceis e os das horas alegres.
Os que, sem querer, eu magoei,
ou, sem querer, me magoaram,
aqueles a quem conheço profundamente,
e aqueles de quem me são conhecidas, apenas as aparências.
Os que pouco me devem
e aqueles a quem muito devo,
meus amigos jovens e meus amigos velhinhos,
meus amigos homens feitos, e as crianças minhas amiguinhas.
Meus amigos humildes, e meus amigos importantes,
os nomes de todos que já passaram pela minha vida;
os que me admiram e me estimam sem eu saber,
e os que eu amo e estimo, sem lhes dar a entender.
Quisera, Senhor, neste Natal,
armar uma árvore de raízes profundas
para que seus nomes nunca mais
sejam arrancados da minha vida.
Uma árvore de ramos mais extensos, para que novos nomes,
vindos de todas as partes, venham juntar-se aos já existentes,
uma árvore de sombra muito agradável,
para que nossa amizade seja um momento
de repouso no meio das lutas da vida!
(Autor desconhecido)
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Você pode ser mais velho do que pensa
Parábolas
"Eu estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede. Estava escrito o seu nome, e de repente eu me recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. Era da minha classe do colegial, uns 40 anos atrás, e eu me perguntava: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?
Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, e o rosto marcado, profundamente enrugado, era demasiadamente velho pra ter sido o meu amor secreto... que que é isso!?
Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele foi do Colégio Edouard Montpetit.
"- Sim", respondeu-me.
"- Quando se formou?", perguntei.
- 1959. " Por que esta pergunta?"," respondeu.
"- Eh... bem... você era da minha classe", eu exclamei.
E então o simpático senhor, me perguntou:
"- A Sra. era professora de quê?"
"Eu estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede. Estava escrito o seu nome, e de repente eu me recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. Era da minha classe do colegial, uns 40 anos atrás, e eu me perguntava: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?
Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, e o rosto marcado, profundamente enrugado, era demasiadamente velho pra ter sido o meu amor secreto... que que é isso!?
Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele foi do Colégio Edouard Montpetit.
"- Sim", respondeu-me.
"- Quando se formou?", perguntei.
- 1959. " Por que esta pergunta?"," respondeu.
"- Eh... bem... você era da minha classe", eu exclamei.
E então o simpático senhor, me perguntou:
"- A Sra. era professora de quê?"




