O Editor

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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Regra antiga

 

O versículo de Deuteronômio 7:11 traz uma ordem clara e urgente que ressoa ao longo de toda a história bíblica: "Guarda, pois, os mandamentos e os estatutos e os juízos que hoje te mando cumprir." Esta passagem não é apenas uma regra antiga, mas um chamado profundo para alinhar o coração e as atitudes com a vontade de Deus. 
No contexto histórico, o povo de Israel estava prestes a entrar na Terra Prometida. Moisés, em seus discursos finais, relembrou os milagres, a libertação da escravidão no Egito e a aliança feita no Monte Sinai. Ele sabia que o maior perigo para o povo na nova terra não seriam os inimigos militares, mas a tentação de esquecer a Deus e se misturar com as práticas corrompidas das nações vizinhas. Por isso, a palavra de ordem é "guarda" — um termo que, no original hebraico, carrega o sentido de vigiar, proteger e zelar com extrema atenção, como um guarda que protege um tesouro valioso.
O texto destaca três categorias da vontade divina:
  • Mandamentos: As ordens diretas e morais de Deus, que revelam o Seu caráter e a base do que é certo e errado.
  • Estatutos: As leis civis e cerimoniais que organizavam a vida comunitária, a adoração e a pureza do povo.
  • Juízos: As decisões e sentenças da justiça de Deus, que ensinam como praticar a equidade e o respeito ao próximo.
A expressão "que hoje te mando cumprir" traz um senso de atualidade e urgência. A obediência a Deus nunca deve ser empurrada para o amanhã. O compromisso com a fé se renova no presente, nas decisões do dia a dia.
Para nós, hoje, este versículo lembra que o amor a Deus não é um sentimento abstrato, mas uma prática ativa. No Novo Testamento, Jesus confirmou essa verdade ao dizer: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos" (João 14:15). Guardar a Palavra de Deus nos dias atuais significa proteger nossa mente e coração das influências que tentam nos desviar da verdade. É compreender que as instruções divinas não existem para nos limitar, mas para nos proteger, servindo como um manual seguro para uma vida de paz, justiça e comunhão com o Criador. 

 

 

Guarda, pois, os mandamentos e os estatutos e os juízos que hoje te mando cumprir. Deuteronômio 7:11

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Dúvida


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 “Em dúvida, suspenda o juízo.”  

Pitágoras



 
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domingo, 8 de janeiro de 2012

Juízo


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7. - Acerca do Juízo Eterno
O castigo eterno é o castigo de Deus; sem fim é a punição de Deus; ou, em outras palavras, é o nome da punição que Deus inflige.
Todos que recebem um castigo de Deus, recebem um castigo eterno. Dure este uma hora, um dia, uma semana., um ano ou uma era ( O Plano De Salvação, pg. 35 )
REFUTAÇÃO
Se o castigo segundo os rnórmons não é eterno, então o gozo expresso na Bíblia prometido aos salvos também não é ( vd. Jo 6.51; 1 Jo)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Faltas


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"É difícil proceder de modo a ver-se livre e isento de faltas; e mesmo quando nenhuma se cometa, é difícil não encontrar juízes ineptos."