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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Religião Catholica Apostolica Romana continuará a ser a Religião do Imperio

CONSTITUICÃO POLITICA DO IMPERIO DO BRAZIL.
EM NOME DA SANTISSIMA TRINDADE.

TITULO 1º
        Do Imperio do Brazil, seu Territorio, Governo, Dynastia, e Religião.
Art. 1. O IMPERIO do Brazil é a associação Politica de todos os Cidadãos Brazileiros. Elles formam uma Nação livre, e independente, que não admitte com qualquer outra laço algum de união, ou federação, que se opponha á sua Independencia.
Art. 2. O seu territorio é dividido em Provincias na fórma em que actualmente se acha, as quaes poderão ser subdivididas, como pedir o bem do Estado.
Art. 3. O seu Governo é Monarchico Hereditario, Constitucional, e Representativo.
Art. 4. A Dynastia Imperante é a do Senhor Dom Pedro I actual Imperador, e Defensor Perpetuo do Brazil.
Art. 5. A Religião Catholica Apostolica Romana continuará a ser a Religião do Imperio. Todas as outras Religiões serão permitidas com seu culto domestico, ou particular em casas para isso destinadas, sem fórma alguma exterior do Templo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Deus se escrevia Deos em 1824

DOM PEDRO PRIMEIRO, POR GRAÇA DE DEOS, e Unanime Acclamação dos Povos, Imperador Constitucional, e Defensor Perpetuo do Brazil: Fazemos saber a todos os Nossos Subditos, que tendo-Nos requeridos o Povos deste Imperio, juntos em Camaras, que Nós quanto antes jurassemos e fizessemos jurar o Projecto de Constituição, que haviamos offerecido ás suas observações para serem depois presentes á nova Assembléa Constituinte mostrando o grande desejo, que tinham, de que elle se observasse já como Constituição do Imperio, por lhes merecer a mais plena approvação, e delle esperarem a sua individual, e geral felicidade Politica: Nós Jurámos o sobredito Projecto para o observarmos e fazermos observar, como Constituição, que dora em diante fica sendo deste Imperio a qual é do theor seguinte:
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dia da Elevação do Brasil Vice-Reinado (1763)

Storni. Careta, 19/02/1927, Apude: Relato Lemos (org.). Uma história do Brasil através da caricatura. 1840-2006. Rio de Janeiro: Bom Texto, 2006, p. 35.






terça-feira, 7 de maio de 2013

República ou Monarquia

 Parte III - A loja dos Espíritos!
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Malheta o Imperador:

- Componha rápido esta Loja, Irmão Mestre de Cerimônias. Chame o Rui para a oratória.

- Já estou aqui, Venerável Mestre. Acabei de chegar da Holanda. O irmão Paranhos Jr., "Barão do Rio Branco", enviou-me para representar o Brasil na Conferência de Haia. Fiz sucesso. Estão até me chamando de "O Águia de Haia". Mas não é a nossa "Águia bicéfala", é "Águia macrocéfala".

- E viva a República!!

- Viva a Monarquia!!

- Cale a boca, Bonifácio, senão eu lhe deporto!; ameaça D. Pedro.- Isto aqui está muito bagunçado. Coloquem uma música na harmonia!

- Estamos aguardando o irmão Carlos Gomes. Ele está tocando "O Guarani" no Repórter Esso, Venerável Mestre.

- Venham todos assinar o livro de presença, grita o irmão Dib, batendo com a palma da mão no trono da chancelaria. Freqüência, presença e comparecimento: estes são os deveres do maçon. E tem mais, irmão Guatimosin, este templo tem o meu nome e não vou permitir que seja transformado num palácio para Dona Domitila. Eu e mais dezesseis irmãos (dezesseis ou dezessete, já nem tenho mais certeza porque fizeram uma confusão danada com essa história) fundamos a Loja, construímos o templo e não vamos permitir que ele seja profanado.
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Leia o texto na íntegra ou da própria fonte: A loja dos Espíritos! 

quinta-feira, 7 de março de 2013

O silêncio sepulcral

 Parte I - A loja dos Espíritos!
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O silêncio sepulcral na sala dos passos perdidos intriga o Mestre de Cerimônias:

- Já é meio dia em ponto. É hora de iniciarmos nossos trabalhos. Onde estarão os irmãos? Talvez seja meia noite, vou bater maçonicamente à porta do templo...

Ao levantar a espada para dar as pancadas na porta, de súbito começam a cair os quadros da galeria de ex-veneráveis, o chão treme, os lustres balançam, as luzes piscam e a porta do templo se abre num rangido.

Assustado, o Mestre de Cerimônias olha o interior do templo e, incrédulo, vê o pavimento mosaico com uma enorme rachadura. Através dela brota um homem magro, bigode retorcido, nariz adunco, olhar brilhante, face pálida e lábios arroxeados: sintomas típicos da anoxia crônica provocada pela tísica que lhe consumia os pulmões. O Mestre de Cerimônias reconhece o grande poeta, mas antes que pudesse pedir-lhe um autógrafo para seus filhos, é interrompido por ele. O baiano Castro Alves, poeta dos escravos, o mais entusiasta dos abolicionistas, estudante da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, amante apaixonado da atriz Eugênia Câmara, coloca-se à ordem (apesar das dificuldades pela falta de seu pé direito amputado) e brada:

- GADU! ó GADU! onde estás que não respondes? Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes? Embuçado nos céus?
Mas não consegue concluir a declamação do seu tão famoso poema "Vozes D'África" porque surge das entranhas do templo D. Pedro I, interrompendo o poeta aos gritos:
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Leia o texto na íntegra ou da própria fonte: A loja dos Espíritos! 
 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Plano mundial


Se Tiradentes tivesse êxito, talvez Napoleão não teria invadido Portugal. Se o Brasil tivesse sido Independente, antes da guerra da França, D. João não tinha para onde vir e portanto, teria que se aliar a França ou abdicar do trono. 
A partir do momento que os EUA compra os territórios franceses na América do Norte, a França obriga a Libertação das Américas de vez, onde o Brasil passou a ser chamado de Reino.


domingo, 18 de setembro de 2011

Útil


"É útil e necessário a uma república ter leis que forneçam às massas uma saída legal para o ódio que elas passam alimentar contra determinado cidadão."

                                                                                                                                                        

                                                                                                       
                                                  "O Pensamento Vivo de Maquiavel",52