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domingo, 30 de agosto de 2015

Mapa de Itapira


sábado, 4 de julho de 2015

Leis da Penha




terça-feira, 13 de maio de 2014

O REVERSO

 Contra o abolicionismo opunham, como argumento para aterrorizar, os horrores que haviam de vir da libertação em massa. Pintavam as levas de negros saqueando, incendiando, matando. Os quadros mais tristes recebiam da imaginação dos terroristas as cores carregadas e os lances de mais efeitos.
- O que se deve esperar de uma massa de brutos, de tantos indivíduos mal educados, com seus ódios por longos anos sufocados, com suas paixões sopitadas, de um momento para outro lançados na sociedade como homens livres?
E a resposta que se tinha com todos os sinais de quem se acha seriamente amendrontado era esta: “As cenas mais torpes, as mais comprometedoras da ordem pública, da paz das famílias e da tranqüilidade do lar!”
E tudo veio provar o contrário.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Penha do Rio do Peixe

"This present article is subject to the political thought of abolitionist movements in Baixa Mogiana between 1870 and 1890, whose guiding point was the murder of the delegate of police, Joaquim Firmino, which, according to the season news and with the existing literature, it would have inspired and rushed thr signing of Law Aurea, already under imminent. This episode, therefore, there was the other in the decision by the abolition of slavery and influenced the change of name of the city of Penha do Rio do Peixe for the current Itapira. The preparation of the study allowed reflect on a particular occurred in the Region of Baixa Mogiana that, in fact, lived reflexes of major events: the external and internal pressures by the end of slave labour, in a time modernity required the existing workforce employed specifically to European immigrants."

 
ABSTRACT, KEY-WORDS: Black Slavery, Brazil, Abolition, Baixa Mogiana. 
Fonte: A autora - Vera Silvia Constantino (PUC - MINAS)
 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Você está de parabéns! Eu nunca vi uma um ser tão bom quanto eu! (sic)

Parabéns Itapira, antiga Penha do Rio do Peixe.
Parabéns pelos seus 193 anos.
Parabéns pelo seu povo que aqui habita e nela é feliz.
Parabéns, a todos Itapirenses, de nascimento ou de coração.

PARABÉNS ITAPIRA

domingo, 13 de maio de 2012

O PENSAMENTO POLÍTICO DO MOVIMENTO ABOLICIONISTA NA BAIXA MOGIANA (1870-1890) - Parte III

Caravana
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REGIÃO DA MOGIANA E CRIAÇÃO DA FERROVIA MOGIANA

A região da Mogiana é uma das mais tradicionais regiões produtoras de café do Estado de São Paulo. Está localizada ao norte do Estado e as principais cidades que a compõem são: Franca, Cristais Paulistas, Jeriquara, Pedregulho, Rifaina, Itirapuã, Patrocínio Paulista, São João da Boa Vista, Altinópolis, Batatais e Restinga.
Criada em 1872, a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro efetivou-se em 1875 o seu primeiro trecho. Partindo de Campinas, onde fazia conexão com a Companhia Paulista, a nova ferrovia supriria, então, os municípios de Mogi Mirim, Amparo e, naturalmente, Campinas (RIBEIRO, 1993, p. 1).
O progresso engendrado pela lavoura cafeeira e, consequentemente, das cidades servidas pela rede ferroviária fez com que, muitas vezes, as estações fossem retomadas e ampliadas ainda no século XIX ou no início do século XX. Algumas delas tiveram suas características arquitetônicas originais alteradas, outras, porém, não sofreram transformações significativas (RIBEIRO, 1993, p. 1).
Segundo Ribeiro (1993) é provável que os últimos acessórios, definidos e instalados, no complexo - estrada de ferro Mogiana, tenham sido as estações. 1875 foi o ano das inaugurações do primeiro trecho – seção 1 (Campinas – Jaguari), seção 2 (Jaguari – Mogi Mirim) e seção 3 (ramal de Amparo) e também quando estas foram contratadas e construídas.
Dessa forma, a cultura do café e a instalação da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro contribuíram para o aquecimento do primeiro ciclo de expansão econômica da região.
A criação das estradas ferroviárias auxiliou na libertação da mão-de-obra escrava presente no sistema latifundiário e serviu como incentivo à migração interna, aquecendo ainda mais a transformação econômica do modo de produção capitalista. Haja vista que, à medida que o café se alastrava, as distâncias aumentavam juntamente com as dificuldades de seu transporte, tornando-se um “obstáculo”, vencido, no entanto, com a facilitação do escoamento por meio das estradas de ferro.
No ano de 1875, a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro assentou seus trilhos na Vila Bueno, através da construção do ramal que ligava Campinas – Mogi Mirim. Sua inauguração foi realizada pelo Imperador D. Pedro II. Em decorrência do grande ciclo do café, as atenções voltaram-se para o desenvolvimento do transporte moderno que, naquela época, era a via férrea.
Essas cidades se desenvolveram a partir da cultura do café, introduzida por volta do século XVIII. E ainda exerce grande influência na economia da Mogiana. A cultura cafeeira baseava-se na força de trabalho escrava. E, como a maioria das cidades brasileiras, até 13 de maio de 1888, Penha do Rio do Peixe foi palco de uma época em que a economia de todo o país dependia da mão-de-obra escrava. Dessa forma era comum as pessoas brancas abastadas possuírem escravos, inclusive para trabalhos domésticos. E o delegado de polícia da cidade também possuía escravos. O que não era comum é o fato de esse mesmo delegado se mostrar favorável ao fim da escravidão, recusando-se a caçar escravos fugidos, o que era então função da autoridade policial.
Vera Silvia Constantino (PUC - MINAS)


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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Foi visto!


Nós sabemos, quem realmente foi da oposição. Também sabemos, quem realmente ficou em cima do muro. Estes últimos envergonham a oposição política.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O PENSAMENTO POLÍTICO DO MOVIMENTO ABOLICIONISTA NA BAIXA MOGIANA (1870-1890) - Parte II


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INTRODUÇÃO

A escravidão foi um sistema que esteve presente desde o início da ocupação européia na América. Inicialmente, as populações nativas foram submetidas ao regime de escravidão. Mas, tendo em vista os aspectos culturais do indígena, cujos costumes eram retirar da natureza apenas o necessário para a sua sobrevivência e não acumular riquezas, essas populações foram descartadas. Além disso, a escravidão vinda da África era de interesse capitalista, pois rendia mais buscar o negro no continente africano e vendê-lo em solo brasileiro.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O PENSAMENTO POLÍTICO DO MOVIMENTO ABOLICIONISTA NA BAIXA MOGIANA (1870-1890) - Parte I


O PENSAMENTO POLÍTICO DO MOVIMENTO ABOLICIONISTA NA BAIXA MOGIANA (1870-1890)

Vera Silvia Constantino (PUC - MINAS)
vesilco@hotmail.com


RESUMO

O presente artigo tem como temática o pensamento político do movimento abolicionista na Baixa Mogiana entre 1870 e 1890, cujo ponto norteador foi o assassinato do delegado de polícia, Joaquim Firmino, que, de acordo com o noticiário da época e com a literatura existente, teria inspirado e apressado a assinatura da Lei Áurea, já em iminência. Esse episódio, portanto, somou-se a outros na decisão pela abolição da escravatura e influenciou na mudança do nome da cidade Penha do Rio do Peixe para a atual Itapira. A elaboração do estudo permitiu refletir sobre uma particularidade ocorrida na Região da Baixa Mogiana que, na realidade, vivia reflexos de acontecimentos maiores: as pressões externas e internas pelo fim do trabalho escravo, uma vez que a modernidade vigente exigiu a mão-de-obra assalariada, especificamente a de imigrantes europeus. 
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