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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Atividade Intelectual



"A ginástica não é um agente materialista, mas, pelo contrário, uma influência tão moralizadora quanto higiênica, tão intelectual quanto física, tão imprescindível à educação do sentimento e do espírito quanto à estabilidade da saúde e ao vigor dos órgãos."
Rui Barbosa
 


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Morrer













"A sociedade definharia e morreria, se o comércio deixasse de levar a todos os seus órgãos a nutrição."
Olavo Bilac


domingo, 21 de abril de 2013

Sujeira









“Os estabelecimentos comerciais que deixarem de distribuir as sacolas gratuitamente, pelas quais a população já paga e têm o preço embutido nos produtos, correm o risco de serem acionados pelos órgãos de defesa do consumidor, mediante denúncia. As pessoas que se sentirem lesadas devem procurar os órgãos de defesa do consumidor e o próprio Ministério Público”
Miguel Bahiense, presidente da Plastivida - Por iG Mariana Diana do Leis e negócios






quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Estado do segmento social



NA DEMOCRACIA,
TODOS DEVEM FAZER A SUA PARTE.


2.     Introdução:

Bom para todos que a Democracia seja o estado em que se encontra uma sociedade ou segmento social, pela quais todos contribuem para o desenvolvimento e funcionamento das atribuições e incumbências[7] a serem realizadas, para comprimir esforços e realizações, onde todos fazem a sua parte, para em busca da felicidade geral da nação.
Democracia é o sistema pela qual, todos participam, todos têm a sua responsabilidade à medida que lhe foi atribuído, e não podia ser diferente, o homem não vive por si só. Todos devem exercer a Democracia a medida de sua Responsabilidade, para assim, fazer uma sociedade melhor, uma sociedade mais justa na medida em que são exercidos os Direitos e Deveres.
Na Democracia em que vivemos no nosso país, é uma Democracia que caminha para o pleno efetivo da busca e da luta pelo Direito. As Instituições, os Conceitos e os Órgãos Institucionais estão em conflitos, pois ainda a Engrenagem Constitucional não atingiu o seu ideal, para que faça com que as Instituições deste país, Democrático e Pluralista, se caminhem para um rumo em comum, mas até que se arrume, haverá sempre conflitos e controvérsias nas questões de Direitos, pois ao país foi dado uma Constituição Federal, no ano de 1988, mas muito pouco se fez para dar um ambiente favorável para o exercício dos Direitos encartados pela carta mãe, a Carta Magna.
No governo de FHC[8], um governo que muitos criticam, mas o futuro mostrará que, foi o governo que preparou ou pelo menos tentou preparar, um ambiente favorável ao país e a sua CF/88, para que no próximo governo tais costumes se tornaram crimes, não se pode prender alguém por imoralidade, e sim por crime, previsto em lei que o determine. Portanto, foi um governo legalista, do Direito Público Interno.
A lei de Responsabilidade Fiscal veio pairar sobre as ilegalidades cometida contra a res publica, ou seja, a coisa pública, como os velhos costumes voltaram a serem praticados, se esquecendo os infratores que as leis mudam, e mudam na medida em que o tempo permite, e sempre o crime estará à frente da lei, crime como, o Nepotismo[9], Caixa Dois[10], e muitos outros, crimes que antes eram costumes e moda, pelas qual a mancha atingiu uma dimensão tão grande que foi necessário que tais modas fossem coibida na forma da lei, mas quando ela vem, vem para coibir aquilo que chamamos de mancha social[11], e é por isso e muitas outras razões que teremos em atribuir a todos que na Democracia devem fazer a sua parte, todavia, se metade e mais um fizessem a sua parte, o passo está lançado, pois a maioria estará fazendo a sua parte.
 No governo seguinte, de Lula[12], o ambiente tornou se mais favorável ao trabalhador com a Emenda Constitucional de nº. 45, dando fôlego de autonomia e harmonia processual trabalhista, onde todas as partes têm a sua chance de se defender e buscar aquilo que é de Direito. Pois o Trabalho é o fato gerador da sustentação econômica de todo o país, inclusive e principalmente as Receitas Públicas, que são na íntegra dependente do suor individual de cada cidadão para gerir suas despesas, onde temos uma carga tributária, considerada alta, mas ao mesmo tempo nota-se a capacidade do país em ter essa carga tributária, originada do trabalhismo.
A lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial[13] veio a comportar uma maneira melhor de tratarmos à célula social[14], dando direito ao empresário de se recuperar, pois o Estado tem o dever de promover a Ordem Econômica, pois é a célula social que se torna o instrumento que viabiliza o trabalho como fato gerador, a produzir o desenvolvimento de toda a nação, todavia veio a trazer ao direito o instituto da despersonalização da pessoa jurídica em face de liquidez de bens para satisfazer créditos, tais como trabalhistas, fiscais, previdenciário, penal ou outro crédito de ordem privada.
O ambiente que todos precisam, é o ambiente que todos desejam, mas o bem do próximo é o bem de nós mesmo, se cumprirmos com todos os deveres, para com os outros, a eles são garantidos os Direitos, e a satisfação social estará nos conforme da CF/88.
Eis que todos os crimes que tornam conhecimento da polícia, vejam que o Estado fez a sua parte, coibindo a prática criminosa no local em que aconteceu o evento antijurídico, mas existem muitos crimes que o Estado não fica sabendo, é que dentro do crime está se fazendo a parte deles, todavia, quando isso ocorre à mancha social ela contamina até os agentes públicos, com envolvimento de tais agentes ao crime. Como venda de sentença, de alvará, de superfaturamento, e muito mais, pois o foco dessa monografia é explanar que na Democracia brasileira, deverá o Povo[15], o Estado, a Igreja[16], a Indústria[17], as Instituições Democráticas a que façam a sua parte, para que possamos estar em um ambiente constitucionalmente favorável ao bem geral da nação[18], se as garantias da liberdade conseguem conquistar com braço forte, é para que todos façam a sua parte, com a mesma a garantia que é dada pela Independência, na República e na Democracia.
O que buscamos, é a essência de uma Democracia sustentável, desde as suas origens até os seus efeitos, pois a contribuição de todos é o que chamamos para o que entendemos de Democracia sustentável, ou seja, uma Democracia contributiva, na medida em que todos possam dar a sua qualidade individual em prol do todo coletivo.
Já diz o sábio pensamento, que “o homem não vive por si só”, dependemos de nossos semelhantes, para que a razão de ser do homem seja orgulhosamente entendida como direito indisponível.
Que a justiça prevaleça, para que ostentamos orgulhosamente a clava forte[19], sem fugir da luta, pois na Democracia todos devem participar do pluralismo, e que seja superior que entre outras mil, para que a República Federativa do Brasil seja um ambiente Democrático, para o desenvolvimento, os Direitos sociais, a educação, a segurança, a cultura, o esporte, para que não tenhamos uma vã filosofia, e sim uma Claridade no Florão[20] da América.
Eis que princípio da apresentação temática busca a clarear, a inscrição e a discussão de toda esta humilde monografia, a fim de dar de oficio a entrada formal da leitura, e melhor compreensão da idéia empregada para dar razão aos motivos que levaram o acadêmico a escolher o Direito, para fazer a sua parte, não só para com o meio em que vive, mas em todo o meio que estiver.







quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Liberdade de Imprensa e julgamento

Veja

Inocente

Pedra no sapato

Quem deve tem pagar

STF

Humano

Sério


ARTIGO: LIBERDADE DE IMPRENSA E DE JULGAMENTO

Ali Mazloum

Aos juízes compete única e exclusivamente combater a injustiça. As rotulações dadas às operações policiais no auge das famosas espetacularizações serviram apenas para estigmatizar pessoas, fomentar preconceitos e enodoar julgamentos. Com efeito, uma operação pode ser um sucesso de público e de mídia, mas um fiasco processual, com resultados pífios no âmbito judicial: muitas prisões preventivas, apreensões de bens e delações obtidas mediante "acordos"; todavia, poucas condenações definitivas. Que retomem os magistrados com firmeza a condução do processo.

É simples e funciona assim: a polícia investiga, o Ministério Público acusa, o advogado defende e o juiz, após garantir absoluta paridade de armas entre acusação e defesa, julga com coragem e isenção.

O novo ano que se inicia exige novas posturas. Adversidades naturais e humanas desafiam a inédita gestão feminina da presidente Dilma Rousseff. Ao maior desastre natural brasileiro, com quase mil mortos somente em uma cidade do Rio de Janeiro, justapõem-se embates políticos e intrincadas questões de alta densidade jurídica e social que demandam solução segura, rápida e eficiente. O caso Cesare Battisti e sua problemática internacional; a celeuma em torno da Ficha Limpa; os royalties do petróleo; a reforma política; a liberdade de imprensa; a sobrevivência do Enem; união homoafetiva; aborto; fiscalização e defesa das fronteiras; o crescente tráfico transnacional de drogas; entre tantos outros, são alguns dos assuntos que estão a exigir tirocínio técnico e boa dose de bom senso.

Certamente esses temas também passarão pelo crivo do Supremo Tribunal Federal, que até pouco tempo estava desfalcado pela vaga deixada com a aposentadoria de Eros Grau.

A acertada nomeação de José Eduardo Cardozo para o cargo de ministro da Justiça constitui um importante passo dado pelo governo federal em direção ao combate ao crime organizado. Trata-se de político experiente e respeitado profissional do Direito, que bem apontou para a necessidade de um pacto entre União, Estados e municípios para melhorar a segurança pública. Com acerto realçou qual será o lema da atuação da Polícia Federal sob seu comando: primar pela boa investigação e o fim da espetacularização das operações. Para além da diretriz, Cardozo faz eco às advertências de Gilmar Mendes, da Suprema Corte, enviando importante lembrete não apenas às suas próprias hostes, mas também a todos os juízes: o clamor das ruas não espelha, necessariamente, clamor por justiça.


Passada a magia, a frustração irrompe quando se constata que o julgamento judicial não caminha de mãos dadas com o julgamento das ruas. A sensação de impunidade é dilacerante. É preciso retomar a seriedade. Deveras, a agressão a um bem jurídico tutelado pela lei penal (prática de um crime), amplamente divulgada, cria no corpo social forte expectativa de punição. Em razão da escalada da delinquência, a Justiça Criminal, aos olhos da população, se transforma numa espécie de vitrine por meio da qual o Poder Judiciário passa a ser visto, avaliado e julgado. Porém, a posição do juiz pode ser negativa ou positiva à pretensão punitiva do Estado, alternativa que por si só redunda, ocasionalmente, em pressões cujo único intento seria o de pautar a decisão judicial, gerar sua deflexão.

Evidente que a repercussão do delito potencializa naturais entrechoques da opinião pública com a decisão judicial divergente. É que esta só pode ser extraída da prova constante dos autos, ao passo que aquela, no mais das vezes, deriva de noticiários distantes da análise técnica e serena do fato.



Para ele, com ou sem provas,  . Entretanto, a culpa dessa distorção promotora de injustiças não pode ser debitada à imprensa, mas, sim, à fraqueza do juiz.

Sua tibieza diante do sensacionalismo promovido por setores da mídia não pode comprometer a liberdade de imprensa.

Provocará atritos com os órgãos da persecução penal. Contudo, isso não deveria nunca demovê-lo de seguir com isenção o iter do devido processo legal (due process of Law), tomando o atalho da sedução pelos aplausos passadiços e cair na armadilha de reduzir sua judicatura a uma reles chancelaria de pedidos da polícia e do Ministério Público.

Por conseguinte, diante do aludido alerta do ministro da Justiça, é preciso, à evidência, reavaliar paradigmas construídos a partir da ampla divulgação midiática de investigações ocorridas neste último decênio. Prejulgamentos destruíram reputações. Pessoas foram jogadas na fogueira da injustiça.

Investigações policiais ou de CPIs, realizadas sob holofotes cinematográficos, merecem redobrada cautela dos juízes das respectivas causas. Lembrem os magistrados que o combate à criminalidade é tarefa do aparato da persecução penal do Estado, não dos juízes.

Ali Mazloum é Juiz Federal em São Paulo, é especialista em Direito Penal e Professor de Direito Constitucional.

Artigo publicando no jornal "O Estado de São Paulo", Caderno Opinião de 9/3/11)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Delizadeza

"A delicadeza de órgãos que prevalece nos países quentes faz com que a alma seja soberanamente movida por tudo que se relaciona à união dos sexos - tudo conduz a esse fim."


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Seu organismo e a bebida alcóolica





 Cure a Ressaca

Você vai ao bar e bebe uma cerveja.

Bebe a segunda cerveja, a terceira, e assim por diante.
O teu estômago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "Caracas véio, o cara tá bebendo muito líquido, tô cheião!"
Teu estômago e teu cérebro não distingüem que tipo de liquido está sendo ingerido, eles sabem apenas que é líquido.
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caramba, o cara tá maluco!
E manda a seguinte mensagem para os rins "Cara, filtra o máximo de sangue que tu puder, o hômi aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botarisso tudo pra fora" e os rins começam a fazer até hora-extra, filtram muito sangue e enchem rápido a bexiga.